Técnica para eliminar traumas

Posted on Updated on

Olá…

Esta é uma sequência básica de 10 pontos para a limpeza de emoções negativas.

Em primeiro lugar, puxe, pela memória, algum sentimento ruim que você tem ou com que você convive, o qual é

proveniente de alguma experiência que já viveu. Em caso de uma experiência que trouxe vários sentimentos, como raiva, dor, angústia… escolha UM SÓ e faça a técnica para cada um.

O trabalho é realizado, focalizando sua mente neste sentimento a cada ponto que você irá fazer o TAPPING (técnica simples de bater com pressão média, no ponto do corpo que será indicado, por aproximadamente 5 segundos). Esses pontos são baseados na milenar cultura da acupuntura e a técnica aplicada já é reconhecida há muitos anos, chegando recentemente ao Brasil.

O melhor é que você não precisa expor seu trauma nem a pessoa que você poderá ajudar.

Novamente, só vai funcionar para uma questão por vez. Só uma… depois você escolhe a outra e refaz os pontos.

Vamos lá…

a. Escolha UM problema que você quer tratar. Algo que esteja incomodando hoje, o que for o mais incômodo. Do que ocorreu… qual o sentimento que mais incomoda? Qual foi o momento que mais incomodou? Este é o mais importante.

b. Pense nisso e dê, sem pensar muito na razão, uma nota de 0 até 10. Zero seria não incomodar nada… 10 seria incomodar muito… e assim você tem uma escala de incômodo. Esta será uma referência para você o quanto melhorou e saber se ainda terá que refazer a técnica para o mesmo problema até chegar a ZERO, ok?

c. Vamos aos pontos… em cada um deles, fique dando pequenas batidas com as pontas dos dedos… em locais menores, use menos dedos… em locais maiores, use mais dedos… Se sentir que o local está um pouco dolorido, faça como na acupuntura… fique um pouco mais de tempo neste local.

d. PRIMEIRO LOCAL: lembro que, concentre-se na sensação, na cena, no problema com toda sua vontade de ELIMINAR o trauma e faça o TAPPING. O primeiro local é a parte lateral da mão, abaixo do dedindo… sim, a borda da sua mão, acima do punho. Tanto faz se é da mão direita ou da mão esquerda.

e. SEGUNDO: pense no problema ou na sensação negativa e faça TAPPING no ponto logo abaixo do nariz (local de bigode).

f. TERCEIRO:pense no problema ou na sensação negativa e faça TAPPING no ponto do início da sobrancelha (D ou E).

g. QUARTO: pense no problema ou na sensação negativa e faça TAPPING no ponto abaixo do olho, bem na ponta de um osso que é mais saliente (cuidado para não se aproximar muito do olho).

h. QUINTO:pense no problema ou na sensação negativa e faça TAPPING no ponto abaixo da axila, na altura do mamilo, numa parte que é um tanto dolorida… use 4 dedos.

i. SEXTO: pense no problema ou na sensação negativa e faça TAPPING no ponto a seguir – na base do pescoço, há um espaço entre as pontas dos dois ossos da clavícula (D e E), onde inicia o osso esterno,  desça aproximadamente 1cm e desloque seus dedos um pouco para os lados, na horizontal. Você irá achar aí também um ponto um tanto dolorido… aconselho a fazer dos dois lados… A dica é colocar o dedo indicador no início do esterno (entre os ossos da clavícula) e formar um triângulo com os dedos polegar e médio… eles estarão nos dois locais corretos para o TAPPING.

h. SÉTIMO: pense no problema ou na sensação negativa e faça TAPPING no canto da unha do dedinho… parte interna ou o lado que fica em contato com o dedo anular.

i. OITAVO: pense no problema ou na sensação negativa e volte para os dois pontos abaixo da clavícula (SEXTO ponto).

j. NONO: pense no problema ou na sensação negativa e faça TAPPING no ponto na lateral da unha do dedo indicador… faça um “joinha” (rssrrs), estique os dedos que não são o dedo indicador e o TAPPING será na parte de cima da unha do indicador… Joinha? =D

k. DÉCIMO: pense no problema ou na sensação negativa e faça TAPPING no ponto final que será nos dois pontos abaixo da clavícula (SEXTO ponto).

l. Respire fundo uma vez e volte a dar uma nota para o quanto a sensação/o problema trabalhada(o) está incomodando. Sim, pode ter sumido completamente, levando ao NADA, ao ZERO. Caso sobre ainda alguma numeração, faça novamente a mesma técnica até que o número venha ZERO. Já aconteceu, em dinâmica com 50 pessoas, de uma participante relatar que o número ainda era mais alto, mas a sensação era maravilhosa de ter eliminado… Então expliquei que era um número irreal e dado pelo consciente… o que nos regula em tudo o que fazemos… até por uma questão de duvidar da técnica, isso pode acontecer, mas ela é eficiente, você acreditando ou não.

Esse trabalho vai ajudar muito em muitos casos. O ideal é que se faça uma terapia com hipnose clínica, por exemplo, com reprogramação mental, a fim de abranger o caso com maior amplitude. De qualquer forma, eliminar uma sensação ruim já é um ganho imenso para você que estava passando por algo que pode ter origem há muitos e muitos anos.

Cada sessão da terapia é uma prática de técnicas que farão parte da sua vida em diversas situações, criando ferramentas em você, a fim de caminhar adiante. Isso dura em torno de 2 meses, podendo ser ampliada, mas por interesse da própria pessoa.

Também é possível fazer atendimento via SKYPE para quem mora em local distante ou para quem não tem tempo disponível em horários comerciais.

 

Entre em contato:

prof.fascina@hotmail.com

Facebook: ProfSérgio RFascina

Paz e bem!

 

Prof. Fascina

São José dos Campos – SP

FIGURAS DE PALAVRAS – PPT

Posted on

Pessoal,

Primeiramente, agradeço pela oportunidade de trabalhar com vocês a convite da Profª Drª Eliane M. P. Dias.

Para terem acesso às apresentações de sala, baixem os arquivos em versão original e mais clara (para impressão).

Nelas, utilizei a técnica de memorização (SISTEMA LINK).

Façam ótimo proveito!

 

Prof. Fascina

 

Linguagem figurada

 

Linguagem figurada VERSÃO CLARA

Tabela prática de uso do hífen – NOVA ORTOGRAFIA

Posted on Updated on

Meu povo,

Como sei que esse assunto sempre foi uma dúvida até dos gramáticos, coloco aqui uma tabela que uso constantemente.

 

Abraço!

Prof. Fascina

CLIQUE PARA AMPLIAR…

hifen

 

LINK PARA O ARQUIVO EM PDF:

http://www.abril.com.br/reforma-ortografica/Tabela_Hifen.pdf

TABELA DE EMPREGO DO HÍFEN – PDF

Por que o aroma de alecrim ajuda sua memória

Posted on Updated on

Por que o aroma de alecrim ajuda sua memória:
Cheirar alecrim pode aumentar a memória em 75%

• Os Tudors acreditavam que o alecrim tinha poderes para melhorar a memória.
• Em Hamlet, Ofélia diz: “Há o alecrim, que é para relembrar”
• Pesquisadores descobriram o óleo essencial auxilia a vigilância e aritmética.

Shakespeare estava certo em dizer alecrim pode melhorar sua memória.
Pesquisadores descobriram pela primeira vez que o óleo essencial da erva quando inalado com antecedência permite que as pessoas se lembrem de fazer as coisas.


Afirma-se que pode ajudar os pacientes a tomar a medicação na hora certa ou até mesmo ajudar os esquecidos para postar um cartão de aniversário.

Em uma série de testes de óleo essencial de alecrim aumentou as chances de se lembrar de fazer as coisas no futuro, por 60-75 por cento em comparação com pessoas que não haviam sido expostas ao óleo.
Outros estudos têm mostrado que o óleo essencial aumenta o estado de alerta e melhora a memória de longo prazo.
O alecrim tem sido desde há muito ligada à memória, com a mais famosa referência literária encontrada em Hamlet quando Ophelia declara: “Há o alecrim, que é para relembrar: rezar, amar, relembrar”. É usado na medicina herbal moderna como um analgésico leve e para enxaqueca e problemas digestivos.


A equipe de psicólogos da Universidade de Northumbria, em Newcastle, testou os efeitos de óleos essenciais de alecrim.
Dr. Mark Moss, que apresentará os resultados hoje na conferência da Sociedade de Psicologia Britânica em Harrogate, disse que o benefício de aromas foi ficando claro através da investigação científica.

Ele disse: ‘Queríamos construir em nossas pesquisas anteriores que o indicado aroma de alecrim melhorou a memória de longo prazo e aritmética mental.

“Neste estudo, focamos na memória prospectiva, que envolve a capacidade de se lembrar de eventos que ocorrerão no futuro e lembrar-se de executar tarefas em determinados momentos. Isso é fundamental para o funcionamento cotidiano, por exemplo, quando alguém precisa se lembrar de postar um cartão de aniversário ou de tomar a medicação em um determinado momento.
O óleo essencial de alecrim foi difundido em uma sala de testes, colocando quatro gotas em um difusor de aroma (a ventilador) e desligando-o cinco minutos antes de as pessoas entraram na sala.

No total, 66 pessoas participaram do estudo e foram distribuídos aleatoriamente ou na sala de alecrim perfumado ou na outra sala sem aroma.
Em cada sala os participantes completaram um teste destinado a avaliar as suas funções de memória prospectiva.


Isto inclui tarefas como esconder objetos e pedindo aos participantes para encontrá-los no final do teste e instruindo-os a passar um objeto especificado para o pesquisador em um momento particular.

Todas as tarefas tinham que ser feitas sem alertas, mas se a tarefa não fosse realizada, então foram usados diferentes graus de alertas.

Quanto mais alertas fossem utilizados, menor a pontuação.
Os voluntários, todos adultos saudáveis, também completaram questionários que avaliaram seu estado de espírito.
O sangue foi colhido a partir de voluntários e analisados para ver se os níveis de desempenho e as alterações de humor após a exposição ao aroma de alecrim foram relacionados com a concentração de um composto conhecido como 1,8-cineol presente no sangue.


O composto também é encontrado no óleo 
essencial de alecrim e tem sido mostrado previamente atuar sobre os sistemas bioquímicos que sustentam a memória.
Os resultados mostraram que os participantes na sala de alecrim com aroma tiveram um melhor desempenho nas tarefas de memória prospectiva do que os participantes na sala sem cheiro.Este foi o caso de lembrar eventos, lembrar-se de completar as tarefas em determinados momentos, e a velocidade de resposta.
Os resultados da análise do sangue mostraram que quantidades significativamente maiores de 1,8-cineol estavam presentes no plasma daqueles em sala de aromatizada, o que sugere que inalar o aroma conduziu a concentrações mais elevadas.

Estudos anteriores sugerem moléculas voláteis a partir de óleos essenciais pode ser absorvido na corrente sanguínea através do nariz.


Os produtos químicos também estimulam o nervo olfativo no nariz diretamente, o que poderia ter efeitos sobre o funcionamento do cérebro.

A pesquisador Jemma McCready disse: ‘A diferença entre os dois grupos foi de 60-75 por cento, por exemplo, um grupo lembraria de fazer sete coisas em comparação com quatro tarefas concluídas por aqueles que não sentiram o cheiro do alecrim, e eles foram mais rápidos.

“Nós deliberadamente lhes demos um monte de tarefas, assim é possível que as pessoas que multi-tarefa poderiam funcionar melhor depois de cheirar óleo de alecrim.

Miss McCready disse:” Não havia nenhuma ligação entre humor e memória dos participantes. Isto sugere que o desempenho não é influenciado como consequência de alterações no estado de alerta ou de excitação.

Essas descobertas podem ter implicações para o tratamento de indivíduos com deficiências de memória.

Isto fundamenta a nossa investigação anterior indicando que o aroma do óleo essencial de alecrim podem melhorar o funcionamento cognitivo em adultos saudáveis, aqui estendendo-se para a capacidade de se lembrar de eventos e para completar tarefas no futuro.

Lembrando-se quando e onde ir e por que razões sustenta tudo o que fazemos, e todos nós sofremos falhas pequenas que podem ser frustrantes e às vezes perigosas. “Mais pesquisas são necessárias para investigar se este tratamento é útil para os idosos que sofreram declínio da memória”, acrescentou.
Publicado em 8 de abril de 2013 por Jenny Hope nowww.dailymail.co.uk

O QUE É HIPNOSE?

Posted on Updated on

A HIPNOSE

 

HISTÓRICO
Nos achados da Antiguidade, encontra-se textos, com mais de 4.500 anos, que nos relata como os sacerdotes da Mesopotâmia, usavam o Transe – um estado diferenciado da consciência usual – para realizar diagnósticos objetivando curas. Podemos considerar esses registros como sendo os mais antigos documentos a citarem o transe em sua função terapêutica, um hábito comum à diversas culturas naturalistas.

No século XIX, ao pesquisar esse procedimento, o Dr. James Braid denominaria a esta ciência o nome de HIPNOSE. O nome escolhido advêm de Hypnos – deus grego do sono – e foi escolhido pelo Dr. Braid devido a semelhança do estado de transe com o estado de sonolência. Vemos assim, que desde seu surgimento, a Hipnose sempre esteve vinculada à busca da cura e é neste sentido que a ciência médica atual pesquisa não só a extensão que se pode obter com o seu emprego, como também as respostas de como e porque o cérebro processa o estado hipnótico.

 

O TERMO HIPNOSE

O termo Hipnose

abrange qualquer procedimento que venha causar, por meio de sugestões, induções ou condicionamentos, mudanças no estado físico e mental, podendo produzir alterações na percepção, nas sensações, no comportamento, nos sentimentos, nos pensamento e na memória, inclusive desencadeando reações neurológicas, endócrinas e metabólicas. NOMENCLATURAS

 

HIPNOSE: Estado de estreitamento de consciência ou atenção, provocado artificialmente, parecido com o sono, mas que dele se distingue fisiologicamente pelo aparecimento de uma série de fenômenos espontâneos ou decorrentes de estímulos verbais ou de outra natureza, é o denominado “estado alterado de consciência ou percepção”.

 

AUTO-HIPNOSE: Termo incorreto que começou ser utilizado no início da década de 70 com o surgimento da PNL, na realidade trata-se de auto-sugestão. Quando o sensor crítico da mente (racional) não é afastado, impossível entrar em estado de hipnose. Após anos de treino e meditação profunda consegue-se, de forma consciente, afastar o racional; algumas práticas realizadas, como exemplo, por monges tibetanos, lamas e faquir podem ser consideradas auto-hipnose.

 

TRANSE OU SONO TERAPÊUTICO: São técnicas ou métodos que possibilitam o afastamento do sensor crítico da mente (racional), levando uma pessoa ao “estado alterado de consciência ou percepção”, onde a atividade cardíaca, respiração e frequência mentais diminuem consideravelmente.

 

METÁFORAS E SUGESTÕES MEDIANTE RELAXAMENTO: São técnicas ou métodos que levam a um estado altamente focalizado de atenção, nestes procedimentos é necessário que a pessoa esteja susceptível, onde o efeito terapêutico pode ser temporário, os resultados clínicos positivados são inferiores aos 20%, além de demandar um número elevado de sessões. Fácil de observar, quando o relaxamento se referir a “pensar” e “imaginar”, trata-se apenas de sugestão, nesses casos o racional está em funcionamento e não desviado ou alterado.

HIPNOLOGIA: Estudo da natureza da Hipnose a investigação científica de seus fenômenos a repercussões;

HIPNOANÁLISE: É a análise, anamnese, feita em cada caso, estudo pormenorizado do(s) problema(s) de um paciente para programar uma sessão terapêutica;

HIPNOTERAPIA: Terapia feita através da hipnose, como ato psicológico;

HIPNODONTIA: Hipnose como ato odontológico;

HIPNIATRIA (Brasil): Procedimento ou ato médico que utiliza a hipnose como parte predominante do conjunto terapêutico, empregando técnicas curativas;

HIPNODESPORTO: Terapia feita por hipnose, empregada na capacitação de atletas;

HIPNOEDUCAÇÃO: É a prática da hipnose na melhora do desempenho educacional;

HIPNOSE FORENSE: É o campo da hipnose aplicada na criminalística;

HIPNOSE DE PALCO: Utilizada em shows;

HIPNOTISTA OU HIPNÓLOGO: Profissional que pratica a hipnose;

DEHIPNOTIZAR: Ato de retirar o paciente do transe hipnótico.

O termo HIPNIATRIA fora criado em 1968 pelos professores Miguel Calille Jr. e A. C.M.Passos, constatando a tese elaborada por este último, em monografia de 1974, sendo unanimemente considerada por todas as escolas de hipnose do Brasil. Esta nomenclatura foi feita em analogia com as outras especialidades médicas ( Pediatria, Psiquiatria, Foniatria, Fisiatria etc) onde o sufixo grego YATROS (médico) origina IATRIA – ato médico.

ESTADOS E PROCESSOS DA HIPNOSE CLÍNICA – TÉCNICA DE CONDICIONAMENTO MENTAL

Uma sessão de Hipnose Condicionativa consiste basicamente de 4 etapas:

1a.) Análise pré-hipnose: É o momento inicial do tratamento, onde o hipnoterapeuta reúne informações necessárias para condução do processo terapêutico.

2a.) Estado pré-hipnótico: É a preparação ao sono terapêutico, são induções

dadas antes do afastamento do sensor crítico, onde emprega-se método progressivo de relaxamento. Consiste em um relaxamento físico e mental profundo e controlado pelo hipnólogo, baixando a freqüência cardíaca, repiratória e os níveis das ondas cerebrais, ao tempo que os níveis de ansiedade baixam, possibilitando o afastamento do sensor crítico da mente (estado alterado de consciência). Pessoas altamente sugestionáveis podem entrar automaticamente nesse estado, com o uso de chaveamento mental, nas sessões subseqüentes.

3a.) Estado hipnótico: É o momento do tratamento, com o sensor crítico (racional) desarmado ou simplesmente desviado, o hipnólogo tem acesso a mente do paciente/cliente para trabalhar as induções, sugestionamentos e condicionamentos necessários, na Hipnose Condicionativa emprega-se técnicas como CONDEX (Condicionamentos Externos), CONDIN (Condicionamentos Internos), RECOM (Recondicionamentos Mental), DESCON (Descondicionamentos Mental), BLOREM (Bloqueio de Registros Mentais), CHAMEN (Chaveamento Mental), regressão, progressão, projeção de memória, técnicas de energização, ressignificação mental e mecanismos condicionadores (MCs) de acordo com cada patologia. Existem diversos níveis de escalas para o estado de sono terapêutico, as mais importantes são leve, médio e profundo, sendo que as duas últimas, nem todas as pessoas conseguem atingir, dependendo das condições físicas, mentais, ambientais e níveis de ansiedade que a pessoa se encontra no momento da sessão, qualquer que seja o nível do sono terapêutico os resultados da sessão são praticamente os mesmos, pois os tudo será processado na mente do paciente/cliente durante o sono fisiológico pós sessão. Na Hipnose Condicionativa o paciente permanece passivo, não necessita falar durante a sessão, seja qual for o nível de sono atingido, os resultados serão os mesmos, na Hipnose Condicionativa observamos que 90% dos pacientes entram em estado de transe na primeira sessão, jamais ocorre dependência psicológica com o terapeuta.

Quando um paciente não consegue atingir o estado de sono terapêutico? – Quando estiver com ansiedade excessiva – dificuldade de concentração e atenção – medo e insegurança no tratamento – sob efeito de drogas e remédios estimulantes – estar condicionado dormir somente com calmante – falta de confiança e credibilidade no terapeuta – não querer resolver seu problema – participar da sessão como curiosidade ou sob pressão psicológica.

4a.) Estado pós-hipnose: É a preparação e o retorno do sensor crítico da mente ao seu estado normal, o restabelecimento das funções respiratórias, cardíaca e metabólicas de forma geral, retirando o paciente do sono terapêutico.

 

A HIPNOSE NA SAÚDE

A Hipnose otimiza e maximiza os resultados em qualquer tratamento. Sua ação induz a um relaxamento que, sem a necessidade de transes a níveis profundos, tranqüiliza e reeduca o ritmo orgânico, produz saúde e qualidade de vida.

Podemos dizer simplificadamente, que Saúde é o estado de harmonia entre mente, corpo e meio ambiente. O corpo humano, para realizar suas funções e responder aos estímulos vivenciais satisfatoriamente, mantém, naturalmente, um estado permanente de tensão. Contudo, quando essa tensão eleva-se, ocorre o estresse, quando não cuidado pode chegar à depressão, que impede o bom funcionamento do organismo, produzindo doenças, diminuindo a resistência imunológica, gerando desequilíbrio metabólico e acelerando o envelhecimento corpóreo.

 

INDICAÇÕES TERAPÊUTICAS DA HIPNOSE CLÍNICA

Auto Estima, Força de Vontade, Ansiedade, Estresse, Depressão, Hipertensão, Insônia, Fadiga Física e Mental, Reflexos, Condicionamento Físico, Concentração de Memória, Dependências (Álcool, Fumo, Drogas em geral, inclusive Medicamentos), Gagueira, Tiques Nervosos, Traumas, Fobias, Síndromes, Obesidade, Compulsividade, Desvios Comportamentais, Impotência Sexual, Distúrbios (Sexuais, sono, da Idade e Emocionais), Timidez, Oratória, Preparação de pacientes pré e pós cirurgia, Controle da Dor, Doenças Psicossomáticas em geral, anestesia, analgesia, hiperamnésia, amnésia, hiperistesia, entre inúmeras outras aplicações.

 


A HIPNOSE CLÍNICA

 

Este presente trabalho tem o objetivo de informar sobre uma técnica milenar utilizada em benefício da saúde humana. A hipnose sempre foi vítima de preconceito proveniente da ignorância. Este texto é dedicado a todos pacientes que se beneficiaram com a hipnose e que sempre me pediram para escrever um artigo com este tema.

A história da hipnose, na realidade, iniciou-se antes da existência de qualquer relato escrito da história humana. Nas cerimônias religiosas e de cura de todos os povos primitivos que já habitaram este planeta existem elementos essenciais para induzir seus participantes em transe hipnótico. Assume-se, portanto, pelo estudo das cerimônias de povos primitivos ainda existentes na África, na Austrália e em outros lugares, que, mesmo antes da história começar a ser gravada, as induções eram realizadas através de cantos rítmicos, batidas monótonas de tambores, juntamente com o olhar fixo dos olhos acompanhado de catalepsia do resto do corpo.

Na realidade é sem importância que estas cerimônias sejam chamadas de religiosas, curandeirismo ou uma combinação de ambas. O fato é que o estado de transe existia e seu caráter era hipnótico, apesar de que a palavra “hipnose” jamais fora aplicada a ele antes de Braid cunhar o termo em 1842.

Todos aqueles que viajam através do mundo estão familiarizados com hindus, faquires, iogues, encantadores de serpentes, e adeptos da Magia no ocidente que induzem em si e em outros, estados catalépticos através da fixação dos olhos e de outras técnicas de mesmerismo, capazes de realizar proezas físicas e de eliminar a dor. O mais antigo relato registrado de curas através da hipnose foi obtido nos Papiros de Ebers, os quais nos dá uma idéia a respeito da teoria e prática da medicina egípcia antes de 1552 A.C.. Nos Papiros de Ebers é descrito um tratamento no qual o médico colocava suas mãos sobre a cabeça do paciente e, afirmando possuir poderes sobre-humanos de cura, recitava estranhos mantras terapêuticos que eram sugeridos aos pacientes, resultando em cura. O Rei Pyrrhus do Egito, o Imperador Vespasiano, Francis I da França e outros reis franceses até Charles X, praticavam a cura dessa maneira.

Acredita-se que os egípcios tenham sido os criadores dos “Templos do Sono”, nos quais os sacerdotes administravam tratamento similar em seus pacientes através do uso da sugestão. Estes templos tornaram-se muito populares no Egito, espalhando-se posteriormente para a Grécia e Ásia Menor.

O advento do Cristianismo tem muito a ver com o declínio da hipnose e da cura através do transe, porque a hipnose passou a ser considerada uma prática de feitiçaria, e a cura através do transe, quando praticada, era cercada de todo segredo possível. No século X, Avicenna, um grande médico árabe, afirmou: “A imaginação pode fascinar e modificar o corpo de um homem, tornando-o doente ou restaurando-lhe a saúde”.

A Hipnose Clínica cada vez mais vem se firmando como um importante instrumento no tratamento de diferentes diagnósticos. Muitas estão sendo as pesquisas que vem confirmando sua eficácia e eficiência nos mais diversos tipos tratamento terapêutico. Diferentes foram os pensadores, que através do tempo buscaram respostas para as dificuldades humanas, pela hipnose. Alguns enfatizando seus mistérios, outros mostrando sua simplicidade.

A forma como cada indivíduo responde aos estímulos apresentados é diferente, único e individual. Assim como aqui a hipnose é trabalhada, de forma única e individual, dependendo de cada paciente. Cada problema, doença ou dificuldade aparecerá por motivos diferentes em cada paciente, e por isso a necessidade de um tratamento individual, sem regras e sem padronizar o ser humano, descartando a idéia de enquadrá-lo em técnicas prontas, dando a impressão que todos tem os mesmos problemas pelos mesmos motivos.

A hipnose nada mais é que uma forma de comunicação, ou seja, uma forma de fazer comum, que provoca mudanças e transformações, levando o indivíduo a prática do pensar sobre si mesmo e por si mesmo. Com esta comunicação podem-se produzir os fenômenos ditos da Hipnose, como regressão de idade, hiperamnésia, analgesia e outras. Dependendo também do sistema orgânico de cada um, a Higiene Mental (familiar, social e do trabalho) adquirida, suas aprendizagens, pensamentos, apreensões e articulações obtidas durante sua vida.

Como seres humanos, somos induzidos e condicionados desde o momento de nosso nascimento, assumimos a capacidade de psicossomatização e crescemos sob a influência do meio ambiente em que vivemos. É sabido que doravante, a humanidade estará cada vez mais propensa à insegurança e ao medo constante, devido ao crescimento da hostilidade e da criminalidade que impera em nossa sociedade. Fatos que certamente influenciam no comportamento humano. Por outro lado a avalanche de informações que chegam pelos veículos de comunicação, numa exploração do sensacionalismo, a mídia tem-se aproveitado disso para ampliar de forma inconseqüente, o sexo, a violência, medo, insegurança na população, utilizando-se de ferramentas indutoras, na forma de desenhos animados, filmes, telejornais, novelas, etc…. e, cada vez mais a população tende a conviver com a ansiedade, estresse e depressão.

Dentro de todo esse contexto, a Hipnose Clínica surge para dar um pouco mais de esperança ao mundo moderno, está sendo preparada para ser a medicina do futuro, resgatando a verdadeira essência da Vida, eliminando as impurezas da mente humana, possibilitando melhor qualidade de vida, servindo como coadjuvante aos tratamentos convencionais da medicina, odontologia e psicologia, considerada ciência.

Como funciona a Hipnose?

Caracterizada por um estado de profundo relaxamento onde o paciente mantém a lucidez e se mostra altamente responsivo às sugestões, se pode observar que existe um aumento da capacidade de concentração. Esta concentração pode ser direcionada a execução de determinadas atividades orgânicas internas a nível até mesmo celular. Aumentando e melhorando o trabalho destas células, glândulas, órgãos ou sistemas a favor de uma recuperação mais rápida e mais eficiente. E diminuindo os fatores que intensificariam esta doença.

Este mesmo recurso é conseguido a noite ao dormir ou quando a pessoa esta em repouso (convalescente). A atividade orgânica esta diminuída e mais energia fica disponível para a recuperação e reposição de substâncias e estruturas ao corpo, maior concentração no trabalho e na atividade celular. A diferença é que na hipnose este recurso pode ser conduzido.

1 – Porque e como durante o transe o paciente consegue resolver seus problemas?
Durante o dia-a-dia estamos com nossa atenção dissipada, pensando em muitas coisas ao mesmo tempo, como no transe o paciente fica focalizado em apenas uma coisa em especial, percebe coisas que normalmente não perceberia, percebe a possibilidades e pode fazer escolhas que levarão à mudança.

2 – Quais são as contra indicações da hipnose?

A contra-indicação da hipnose está mais no hipnoterapeuta, se este não fizer um trabalho profissional, vindo de uma boa formação, poderá não ter controle sobre algumas situações. Como na hipnose o efeito da comunicação é muito mais intenso, é extremamente importante estar ciente do que se vai comunicar, e os impactos que isso pode ter no paciente.

O transe hipnótico é fruto de um processo psicofisiológico natural, não oferecendo riscos ao paciente, da mesma forma que o sono, o estado de vigília, o estado de meditação e o devaneio. Quando o tratamento é conduzido por um profissional habilitado e capacitado e as sugestões são direcionadas de forma terapêutica dentro de uma abordagem multidisciplinar, isto é, como apoio de um tratamento bem orientado por especialistas, só resulta em benefícios ao paciente.

Os riscos existem quando o paciente se presta a participar de shows e demonstrações sem finalidades terapêuticas que normalmente são conduzidas por pessoas que se intitulam hipnotizadores, sem formação profissional adequada e não da área de saúde, podendo este leigo prejudicar o paciente.

Com o advento da internet, algumas pessoas que se intitulam hipnólogos buscam um meio fácil para ganhar dinheiro, oferecendo tratamentos por CDs, DVDs e até pelo MSN, risco grande para pacientes/clientes em fase de gestação, cardíacos, epiléticos, hipertensos, dentre outros. A hipnose “Condicionativa” deve ser empregada apenas na forma presencial. 

 

3 – Qualquer pessoa pode ser hipnotizada?

Dentro da realidade individual de cada um, é possível hipnotizá-la, porém com algumas se tem mais dificuldades ou mesmo a impossibilidade, como por exemplo, pessoas embriagadas, pois tem dificuldade de focalizar sua atenção, assim como pessoas com deficiências mentais ou patologias como a psicose.

 

4 – Porque no tratamento com a hipnose os resultados são mais rápidos?

A rapidez dos resultados se dá basicamente pela forma de comunicação que é feita, e da disponibilidade do paciente em aceitar tais sugestões. Na hipnose, o paciente tem a possibilidade de chegar a estados profundos de percepção e mudança, que em vigília, apenas numa conversa não chegaria, desta forma a Hipnose Clínica possui grande importância dentro dos hospitais e clínicas especializadas pois os pacientes já chegam propensos às mudanças.

 

5 – Qual a diferença entre hipnose a clássica, a hipnoterapia REGRESSIVA e a educativa?

Na hipnose clássica a forma de comunicação é mais direta, uma comunicação mais diretiva. Na regressiva a comunicação é mais indireta e permissiva, levando em consideração a realidade do paciente, possibilitando novas aprendizagens, porém é mais técnica. Na educativa é trabalhado os conteúdos humanos a serem desenvolvidos no processo terapêutico, o que o paciente precisa aprender, e como ele vai aprender para superar determinado problema.

 

6 – Qual a diferença entre o sono e o transe?

Durante o sono, onde o indivíduo está sonhando, tem-se uma alta atividade psíquica, muito parecido com o transe, a diferença maior é o controle que o indivíduo tem no transe, ou seja, o direcionamento dos seus pensamentos é feito de uma forma mais livre.

 

7 – Como a hipnose pode ajudar um indivíduo que está sendo pressionado no trabalho e não consegue lidar com isso, está com estresse e depressão? 

Realmente o mercado de trabalho está cada vez mais agressivo, e por isso a dificuldade das pessoas lidarem com esse tipo de pressão, pois poucos foram aqueles educados para suportar tudo isso. As pessoas precisam de ajuda terapêutica, na medida em que não estão conseguindo lidar com suas dificuldades e problemas. Na medida em que não aprenderam no passado, conteúdos que permitam tornarem-se condutores da sua própria vida, agindo com possibilidades de escolhas perante a realidade.

 

A hipnose da forma que aqui é trabalhada possibilita a aprendizagem desses conteúdos.

O estresse vem do próprio medo de que não irá conseguir fazer o que se está pedindo, com pressão, isso se torna mais caótico. A depressão é conseqüência disso tudo, pois uma pessoa com estresse tem uma diminuição na produção de serotonina, neurotransmissor que proporciona as sensações de prazer no corpo, por isso a depressão.

 

A hipnoterapia poderá proporcionar a este indivíduo aprender a lidar melhor com as dificuldades do dia-a-dia de uma forma mais segura, sabendo da sua capacidade e seus limites, desempenhando seu papel com os novos recursos que serão aprendidos, a hipnose clínica possibilita nesses casos o aumento da auto-estima no paciente, criando uma espécie de campo protetor para normalização da serotonina, havendo um equilíbrio emocional, como o paciente não fica na dependência do terapeuta e pode controlar sozinho sua ansiedade, estresse, depressão, insônia e hipertensão, possibilitando melhora na qualidade de vida.

8 – O que é a hipnoterapia? Quem pode fazer esse tratamento? 

A Hipnoterapia é o trabalho terapêutico vivenciado através da hipnose. São utilizadas técnicas e instrumentos necessários para que o indivíduo busque por ele mesmo, ou com a ajuda do terapeuta, a solução para diferentes problemas.

É importante lembrar que não existe apenas uma forma de hipnoterapia. E normalmente cada hipnoterapeuta já vem de uma linha teórica da Psicologia, usando a Hipnose segundo esta forma de compreensão do Ser Humano. Desta forma, cada processo terapêutico será diferente e os resultados desse também serão diferentes.

Na hipnoterapia vários são os fenômenos que o paciente pode experienciar em estados hipnóticos ou de transe, podendo levá-lo a ter diferentes aprendizagens e pensamentos.

Qualquer pessoa pode se submeter a um trabalho de hipnoterapia, as restrições seriam pacientem em surto psicótico. Os pacientes alcoolizados e drogados talvez teriam uma dificuldade maior, na medida em que não conseguem focalizar sua atenção e paciente com certas excepcionalidades, principalmente com lesões cerebrais.

9 – Quais são as indicações da aplicação da Hipnose Clínica?

Inúmeras são as indicações, dentre elas podemos citar algumas das mais utilizadas: Ansiedade, depressão e o pânico, vários distúrbios e transtornos provocados ou acentuados pelo estresse e um desequilíbrio emocional; nos distúrbios psicossomáticos, onde um fundo emocional pode ocasionar uma gastrite, asma, processos alérgicos, enxaqueca e vaginismo; no apoio ao tratamento do câncer, da AIDS; nos processos dolorosos, principalmente nas dores crônicas; na cardiologia no controle da hipertensão e outras cardiopatias; na ginecologia, na obstetrícia o parto sem dor com um acompanhamento pré natal com sessões de hipnose.

No preparo de pacientes com indicação cirúrgica, tanto no aspecto emocional como na potencialização da recuperação. Na odontologia como apoio nos tratamentos de pessoas com fobias, traumas; nos problemas relacionados a dores e disfunções da mastigação, bruxismo, dores da ATM; remoção de hábitos de chupar dedos e chupetas, e tratamentos odontológicos em crianças.

Na motivação e aumento da força de vontade como apoio no alcoolismo, tabagismo e dependências químicas de forma geral. Na ajuda ao controle de peso na obesidade, impotência sexual, ausência de orgasmo, ejaculação precoce, preparação de estudantes aos vestibulares e concursos, melhora no desempenho geral de atletas, e muitas outras aplicações que vêm expandindo sua utilização a um número maior de profissionais e especialidades, onde os avanços nos conhecimentos aumentam a segurança e eficiência de sua aplicação como forma terapêutica de apoio dentro de uma filosofia moderna de tratamento multidisciplinar.

10 – Qual o objetivo da técnica hipnoterápica?

O objetivo é por meio da hipnose ou transe levar o paciente a um estado que não se chega em momentos de vigília ou sono, onde o paciente consegue fazer um recondicionamento mental, segundo as técnicas utilizadas.

A hipnose nada mais é que uma forma de comunicação, ou seja, uma forma de fazer comum, que provoca mudanças e transformações, levando o indivíduo a prática do pensar sobre si mesmo e por si mesmo, dependendo também do sistema orgânico de cada um, da Higiene Mental adquirida durante sua vida, principalmente durante a infância (base da formação psicológica), suas aprendizagens, pensamentos, apreensões e articulações obtidas durante sua vida.

11 – Esse tratamento auxilia no combate ao alcoolismo, às drogas e à obesidade? Como é desenvolvido esse trabalho especificamente, empregando Hipnose Condicionativa?

As pessoas estão sempre em busca de prazer, ou fuga da dor. Por afastamento e por aproximação vivemos toda a nossa vida, alguns dão mais ênfase à dor, outros ao prazer. Normalmente o álcool, drogas e obesidade são uma junção de ambos prazer e dor.

O trabalho deve ser desenvolvido primeiramente no sentido de descobrir o que está levando aquele paciente em especial a ingerir álcool, drogas ou comer em demasia. Buscar desenvolver outras formas de sentir prazer. Às vezes, principalmente o adolescente usa a droga e o álcool para chamar a atenção e normalmente a família é desestruturada e o filho é apenas um sintoma de uma família doente (nesses casos é importante um trabalho de conscientização e orientação junto a família, pois se existe influência do meio, poderá haver um novo recondicionamento mental, e a pessoa volta às fugas novamente, em alguns casos podem levar a pessoa ao suicídio), nesses casos, estudaremos a técnica de Indução Direta, onde é implantado na mente do paciente uma espécie de gatilho , sempre que mente manifestar a vontade de recorrer álcool, drogas e compulsão alimentar, o gatilho é disparado automaticamente e mediante um desvio condicionado, o paciente, por exemplo, sente muita sede e se satisfaz com um copo de água, caso este condicionamento não for implantado o paciente entra em crise de abstinência e certamente voltará ao hábito ou vício novamente.

No caso da obesidade, que pode estar associada ao modo de vida, e a hereditariedade, também temos a parte psicológica influenciando.

Come-se por ansiedade, por medo, por angústia, come-se para se proteger de algo ou alguém. Come-se simplesmente por prazer, por raiva, por decepção amorosa e muitos outros motivos.

É necessário buscar o que leva este paciente em especial comer da forma que come. Busca-se em sua história de vida, através da hipnoanálise, conteúdos, pensamentos e aprendizagens que levam a este comer exagerado. A partir do diagnóstico é possível traçar estratégias de mudança, possibilitando ao paciente perceber que existem outras formas mais saudáveis de conseguir o que querem sem precisar ingerir alimentos freneticamente, debilitando o corpo e a mente e ferindo o amor próprio, para reforçar a técnica de Indução Direta, é recomendado empregar a técnica de Condicionamento Interno, voltado a auto-estima e a força de vontade, do paciente.

12 – Que mudanças esse tipo de tratamento pode causar ao paciente?
As mudanças em termos psicológicos, fisiológicos e comportamentais são as mais variadas possíveis, mudanças de pensamentos, sentimentos e atitudes, tendo uma maior percepção de si e do ambiente que o rodeia. Possibilitando um maior controle sobre a vida. É claro que a hipnose por si só não basta, é necessário termos conteúdos humanos para repassar aos paciente, pois este deve ser um trabalho além de terapêutico também didático. Entretanto, vale salientar que com a elevação da auto-estima de um paciente, seu metabolismo passa a dar respostas imediatas, melhorando sua capacidade neurológica, imunológica e endócrina, entre outros fatores.

13 – Como as técnicas hipnoterápicas ajudam a vencer medos, fobias e síndromes, empregando a Hipnose Condicionativa?

Normalmente nas diferentes fobias o que temos é um medo irracional de algo específico ou de lugares. Por algum motivo este paciente desenvolveu a fobia, desta forma buscam-se quais foram as causa que levaram a este medo. A partir disso, por meio da hipnose desenvolve-se novas aprendizagens que possibilitem o enfrentamento e superação deste(s) medo(s). a técnica de Bloqueio de Registros Mentais Negativos e Indução Direta aplicáveis nesses casos. No que concerne às síndromes é empregada a técnica de Condicionamento Externo onde o paciente deterá o controle de seu estado emocional durante as crises.

14 – Como a hipnoterapia pode reverter o quadro emocional da ansiedade?
Estudos sobre o assunto tem sido efetuados desde a mais remota antigüidade e a constatação de reversão do quadro emocional da ansiedade é evidente desde os tempos de Aristóteles.

Sacerdotes, magos ou feiticeiros da pré-história curavam pacientes contando-lhes histórias de uma forma muito parecida com o procedimento hipnótico.
No Egito de cinco mil anos atrás os famosos templos do sono eram os locais onde os pacientes eram submetidos a passes hipnóticos.

Em todos os casos o hipnoterapeuta, ou como o queiram chamar em cada época, toma conhecimento dos detalhes da história do paciente com muito mais rapidez do que em um processo de terapia tradicional, podendo identificar com relativa facilidade as razões principais para o seu estado de ansiedade.

A partir daí o processo de tratamento vai depender do terapeuta, mas já com pleno conhecimento da realidade do paciente e podendo escolher sua linha de ação com muito mais facilidade.

Espero ter sido esclarecedor sobre o tema e, além disso ter despertado o interesse por esta ciência que se encontra disponível a favor da humanidade.

Um grande abraço!

Locução verbal

Posted on

Há situações em que encontramos dois verbos juntos. Se estes verbos estiverem representando uma única ação verbal, então estamos lidando com uma LOCUÇÃO VERBAL.

 

Leia a frase abaixo, retirada de um anúncio, e observe que há a forma verbal está lendo.

Se você  está lendo este anúncio, agradeça ao seu professor.

Está  lendo é uma expressão formada por dois verbos – está (verbo estar no presente do indicativo) + lendo (verbo ler no gerúndio) – com o valor de um, pois equivale a lê.

Se você  lê este anúncio, agradeça ao seu professor.

Obviamente, você vai questionar que o efeito semântico não é  o mesmo. Certamente, todas as escolhas que fazemos na língua (escolha de palavras, pontuação, etc.) são aplicadas com um objetivo específico, pois dependendo da escolha, resulta um efeito diferente na mensagem.

Conceito de LOCUÇÃO VERBAL

Quando dois ou mais verbos têm valor de um, eles formam uma locução verbal, expressão que é sempre composta por verbo auxiliar + verbo principal.

  • Está  cantando = canta
  • Ia andando = andava

Nas locuções verbais, conjuga-se apenas o verbo auxiliar, pois o verbo principal vem sempre em uma das formas nominais: infinitivo, gerúndio ou particípio.

Os verbos auxiliares de uso mais frequente são ter, haver, ser, estar e ir.

Quando a locução verbal é constituída de formas dos verbos auxiliares ter e haver mais o particípio do verbo principal, temos um tempo composto.

  • Ele já tinha saído para o trabalho quando você  me telefonou.
  • Ele já saíra para o trabalho quando você  me telefonou.

Como podemos distinguir as locuções verbais e os tempos compostos?

Formação dos tempos compostos

Na voz ativa, como já  exemplificamos acima, os tempos verbais são compostos pelos verbos auxiliares ter ou haver + o verbo principal.

Já na voz passiva, os tempos compostos são formados pelos verbos auxiliares ter ou haver + ser + verbo principal no particípio.

  • Temos sido beneficiados com o trabalho deste delegado.
  • As vendas têm aumentado bastante no último mês

Formação da Locução verbal

A locução perifrástica, por sua vez, é formada pela junção de um verbo auxiliar + um verbo no infinitivo ou no gerúndio.

  • Estamos fazendo o possível para terminar logo.
  • Vou vender todas as mercadorias e atingir a minha meta.

Fonte:
CEREJA, William Roberto. Português: Linguagens: volume 2: ensino médio / William Roberto Cereja, Thereza Cochar Magalhães. – 5. ed. – São Paulo: Atual, 2005.

Pessoas do discurso

Posted on

As pessoas do discurso

Também chamadas de pessoas gramaticais, as pessoas do discurso são três e podem apresentar-se no singular ou no plural:
a) 1ª pessoa [aquela que fala: eu (singular), nós (plural)];
b) 2ª pessoa [aquela com quem se fala: tu (singular), vós (plural)];
c) 3ª pessoa [aquela de quem se fala: ele, ela (singular), eles, elas (plural].
Fonte: Sacconi.